No seu artigo, a Prof.ª Maria João Guedes (ISEG e Coordenadora do POWER) alerta para um efeito silencioso do trabalho remoto: o aumento do sentimento de impostor/a, sobretudo quando falta confiança nas competências digitais. Sem o feedback e a visibilidade do escritório, cresce a dúvida sobre o próprio valor, um impacto mais forte em mulheres e em profissionais em posições hierárquicas mais baixas.
Sublinha que o problema não está no teletrabalho, mas na falta de preparação, reconhecimento e apoio. O estudo que comenta mostra que dominar as competências do trabalho digital é o fator decisivo para impedir que o “impostor” se instale.
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